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domingo, 25 de julho de 2010

Doutores da Igreja



Na Igreja Católica, Doutor e Doutora da Igreja (latim doctor ecclesiæ) são homens e mulheres cujos pensamentos, pregações, escritos e forma de vida enalteceram o cristianismo.
Todos eles foram considerados modelos de santidade e que contribuiram de alguma forma original (e ortodoxa) para a doutrina e espiritualidade cristã, tendo sido o título reconhecido quer por um Papa, quer por um concílio ecuménico (embora nenhum concílio tenha jamais exercido essa prerrogativa); trata-se de uma honra rara (a Igreja conta apenas 33 doctores ecclesiæ entre os seus múltiplos santos), atribuída apenas a título póstumo e após a canonização.
O título de Doutor da Igreja não é idêntico ao de Padre da Igreja, que é reservado aos mestres doutrinários dos primeiros séculos, e cuja lista não está ainda oficialmente encerrada; porém, há vários Padres da Igreja (designadamente os Orientais) que são também doutores da Igreja.
Originalmente, a lista incluía apenas os grandes teólogos do Ocidente: Ambrósio de Milão, Agostinho de Hipona, Jerónimo de Strídon e Gregório Magno, que foram feitos Doutores da Igreja em 1298. Os Padres do Oriente, Atanásio de Alexandria, Basílio Magno, João Crisóstomo e Gregório de Nanzianzo foram declarados Doutores em 1568, simultaneamente com Tomás de Aquino. Desde então a lista tem vindo a engrossar; os três mais recentes doutores da Igreja datam dos últimos quarenta anos e são todas mulheres: Teresa de Ávila, Catarina de Sena e Teresa do Menino Jesus (também conhecida como Teresa de Lisieux). De referir ainda que dos actuais Doutores da Igreja apenas Catarina de Sena era leiga, sendo os demais todos presbíteros, papas, bispos, diáconos ou religiosos.
Os motivos que levaram à atribuição do título são variados; alguns foram proeminentes escritores e tratadistas (como Gregório ou Ambrósio); outros grandes místicos (Catarina de Siena, João da Cruz). Outros ainda foram polemistas, defendendo a Igreja contra heresias (Agostinho, Bellarmino). Outros filósofos de renome da Escolástica, como Anselmo, Alberto Magno ou Tomás de Aquino.
Eis os Doutores da Igreja:
01. Gregório Mágno
02. Ambrósio de Milão
03. Agostinho de Hipona
04. Jerônimo de Strídon
05. João Crisótomo
06. Basílio de Cesaréia
07. Gregório Nanzianzeno
08. Atanásio de Alexandria
09. Tomás de Aquino
10. Boavantura
11. Anselmo de Cantuária
12. Isidoro de Sevilha
13. Pedro Crisólogo
13. Leão Magno (ou Leão I)
14. Pedro Damião
15. Bernardo de Claraval
16. Hilário
17. Afonso de Ligório
18. Francisco Sales
19. Cirilo de Alexandria
20. Cirilo de Jerusalém
21. João damasceno
22. Beda Venerável
23. Éfrem da Síria
24. Pedro Canísio
25. João da Cruz
26. Roberto Belarmino
27. Alberto Magno
28. António de Lisboa
29. Lourenço de Brindisi
30. Tereza de Ávila
31. Catarina de Siena
32. Teresinha do menino Jesus

“Nada te perturbe, nada te assuste, tudo passa. Deus nunca muda. A paciência tudo alcança. Quem a Deus tem, nada lhe falta. Só Deus basta!”
Santa Tereza d’Avila
"Quem não pode fazer grandes coisas, faça ao menos o que estiver na medida de suas forças; certamente não ficará sem recompensa"
Santo Antônio

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Tempo Comum - 2ª parte


As leituras dos dias de semana do Tempo Comum
Quando não são próprias, as leituras dos dias de semana (segunda a sábado) seguem o seguinte critério: anos ímpares e anos pares.
O objetivo é este: no intervalo de dois anos, quem participa da missa todos os dias terá uma visão geral de todos os livros da Bíblia, pois se lêem as partes mais importantes. O Salmo responsorial sempre sintoniza com a leitura. Nos anos ímpares (2009...2011...2013...) , a leitura é tirada destes livros: Hebreus, Gênesis, Eclesiástico, Tobias, 2Coríntios, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, 1Tessalonicenses, Colossenses, 1Timóteo, Esdras, Ageu, Zacarias, Neemias, Baruc, Jonas, Malaquias, Joel, Romanos, Sabedoria, 1Macabeus, 2Macabeus e Daniel. Nos anos pares (2008, 2010, 2012...): 1Samuel; 2Samuel, 1Reis, Tiago, 1Pedro, Judite, 2Pedro, 2 Timóteo, 2Reis, 2Crônicas, Lamentações, Amós, Oséias, Isaías, Miquéias, Jeremias, Naum, Habacuc, Ezequiel, 2Tessalonicenses, 1Coríntios, Provérbios, Eclesiastes, Jó, Gálatas, Efésios, Filipenses, Tito, Filemon, 2João, 3João, Apocalipse.
Evangelhos dos dias de semana do Tempo Comum
Foram organizados na forma de leitura contínua dos evangelhos sinóticos, na seguinte ordem: Marcos: da 1ª a 9ª semana; Mateus|: da 10ª a 21ª; Lucas: da 22ª à 34ª semana. Por ser leitura contínua, não existe ligação temática entre a leitura e o evangelho do dia.
Festas e solenidades do Senhor dentro do Tempo Comum
2 de fevereiro, festa da Apresentação do Senhor, solenidade da Santíssima Trindade; solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo – Corpus Christi; solenidade do Sagrado Coração de Jesus; festa da Transfiguração do Senhor (6 de agosto); festa da Exaltação da Santa Cruz (14 de setembro), festa da Dedicação da Basílica do Latrão (9 de novembro) e solenidade de Cristo Rei, no 34º domingo do Tempo Comum. As festas da Apresentação do Senhor, da Transfiguração, da Exaltação da Santa Cruz e da Dedicação da Basílica do Latrão, quando caem de domingo, têm a precedência.
Fonte: Coleção Por que Creio - Pe. José Bortolini

O Tempo Comum, em tese, é o tempo de sair da Igreja templo e convocar a igreja povo; é tempo de ser missionário e de celebrar um Jesus médico e catequista. É o tempo de cantar a eucaristia no meio do povo e de educar, mais que em qualquer outra época do ano um jesus presente no rosto do povo trabalhador, doente e à espera de uma palavra de conforto e de paz.

Tempo Comum - 1ª parte


CELEBREMOS UM NOVO TEMPO: TEMPO COMUM
Cor usada no Tempo Comum

A cor usada no Tempo Comum é o verde, a cor da esperança. A primavera, a ecologia, o cuidado pela natureza nos ajudam a entender e a vivenciar esse tempo. Todavia, nem sempre se usa o verde dentro desse tempo. Quando celebramos a memória de um santo, o verde cede o lugar. Por exemplo: dia 20 de setembro celebra-se a memória dos santos mártires André Kim Taegón e seus Companheiros. A cor é vermelha, símbolo do martírio. Quando celebramos um santo (uma santa) não-mártir, usa-se o branco. Exemplo: 23 de agosto, festa de Santa Rosa de Lima, virgem.
Início do Tempo Comum
O Tempo Comum começa logo após o fim do Ciclo do Natal, que se encerra com a festa do Batismo do Senhor. A segunda-feira seguinte é a segunda-feira da 1ª semana do Tempo Comum. Visto que a Páscoa é festa móvel, também o início da Quaresma, na Quarta-feira de Cinzas, muda de data a cada ano. Os domingos (e semanas) entre o Batismo do Senhor e o começo da Quaresma são domingos e semanas do Tempo Comum. Vamos ver isso de perto.
Em 2008, a Quarta-feira de Cinzas caiu no dia 6 de fevereiro. Da festa do Batismo do Senhor ao dia 5 de fevereiro há 4 semanas do Tempo Comum. Nesse ano, Pentecostes foi celebrado no dia 11 de maio. O Tempo Comum foi retomado no dia 12 – da 6ª semana até a 34ª. No dia 30 de novembro iniciou-se o novo Ano Litúrgico.
Em 2009, a Quarta-feira de Cinzas cai no dia 25 de fevereiro. Da festa do Batismo do Senhor ao dia 24 de fevereiro há 7 semanas do Tempo Comum. Neste ano, Pentecostes é celebrado no dia 31 de maio. O Tempo Comum é retomando no dia 1º de junho – da 9ª semana até a 34ª. No dia 29 de novembro, inicia-se o novo Ano Litúrgico.
Em 2010, a Quarta-feira de Cinzas cai no dia 17 de fevereiro. Da festa do Batismo do Senhor ao dia 16 de fevereiro há 6 semanas do Tempo Comum. Neste ano, Pentecostes é celebrado no dia 23 de maio. O Tempo Comum é retomado no dia 24 – da 8ª semana até a 34ª. No dia 28 de novembro, inicia-se novo Ano Litúrgico.
Você deve ter notado que em 2009 não há 8ª semana, e em 2010 não há 7ª semana. São “acomodações” para fechar sempre o Tempo Comum em 34 semanas.
O Tempo Comum – encerramento do Ano Litúrgico – termina sempre com a solenidade de Cristo Rei. É o modo mais significativo de encerrar a caminhada, celebrando a realeza cósmica de Jesus Cristo.
Evangelhos dos domingos do Tempo Comum
Foram organizados em três anos, um para cada evangelho:
Ano A: Mateus. Ano B: Marcos. Ano C: Lucas. Quando uma festa ou solenidade é mais importante que o Tempo Comum, proclama-se o evangelho da festa ou solenidade. Por exemplo, São Pedro e São Paulo, Assunção de Nossa Senhora...
O evangelho de João entra sobretudo no Ciclo da Páscoa. Mas participa discretamente também no Tempo Comum: no 2º domingo dos três anos (Ano A: João 1, 29-34; Ano B: João 1,35-42; Ano C: João 2, 1-11). No Ano B, João substitui Marcos do 17º ao 21º domingo, quando se proclama o capítulo 6 de João. No 22º domingo retorna Marcos, mas cede lugar a João 18, 33-37 no 34º domingo.
A 1ª leitura dos domingos do Tempo Comum é sempre do Antigo Testamento, e tematicamente “prepara o terreno” para o evangelho. O Salmo responsorial sempre sintoniza com a 1ª leitura. A 2ª leitura é sempre do Novo Testamento. É leitura contínua dos principais trechos das Cartas e Apocalipse. Nem sempre a 2ª leitura combina estreitamente com a 1ª e o evangelho.
Um dos objetivos dessa organização é fornecer, no intervalo de três anos, uma visão integral de Mateus, Marcos e Luc

Ide à comunhão, ide a Jesus!


“Devemos trabalhar para tornar-nos merecedores de receber a Santíssima Eucaristia todos os dias. Se não nos é possível comungar diariamente substituamos a Comunhão real pela espiritual, que pode ser feita a cada instante; e nós devemos ter o desejo ardente de receber Deus Nosso Senhor.

A Comunhão é para a alma o que o sopro é para o fogo, que está para apagar-se. – Ide à Comunhão, ide a Jesus! Ide viver dele para viver com Ele. Não digais que tendes muito que fazer. Não disse Nosso Senhor: Vinde a mim: vós que trabalhais e vos achais sobrecarregados? Não digais que não sois dignos. Tendes razão, mas é verdade também que d’Ele precisais. Se Nosso Senhor tivesse tido em vista a vossa dignidade, jamais teria instituído o belo sacramento do amor. Não digais que sois tão miseráveis. Gostaria mais de vos ouvir dizer que estais muito doentes e por isso deixais de chamar o médico. – Todos os seres necessitam do alimento para viver.

O alimento da alma é Deus. A alma só de Deus pode viver e nada mais a satisfaz, senão Deus”.
Santo Cura de Ars

Kirie Eleyson

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