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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Educação: Desafio da Igreja | Bento XVI


Bento XVI aponta a educação como desafio urgente da Igreja
Por Redação (http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=246204)

O Papa Bento XVI disse esta segunda-feira que a educação constitui um dos desafios prioritários da Igreja e das suas Instituições, num discurso aos membros da Congregação para a Educação Católica.

Segundo Bento XVI, educar apresenta-se como um desafio cada vez mais complicado, tendo em conta o actual relativismo, falta de verdade e dúvida sobre os valores fundamentais da existência, tornando-se necessário haver instituições que inspirem a formação numa visão cristã do homem e da realidade.

Na opinião do Papa, educar deve ser também encarado como um acto de amor e de caridade intelectual.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

10 Razões para viver a castidade no namoro

1. A pureza ajuda a ter uma boa comunicação com seu (sua) namorado (a).

Quando um casal de namorados vive a abstinência sexual, sua comunicação é boa porque não se concentram somente no prazer, mas na alegria de compartilhar pontos de vista e experiências; além disso, suas conversas são mais profundas. Por outro lado, a intimidade física é uma forma fácil de se relacionar, mas ofusca outras formas de comunicação. É um modo de evitar o trabalho que supõe a verdadeira intimidade emocional, como falar de temas pessoais e profundos, além de conhecer as diferenças básicas que existem entre ambos.

2. Cresce o lado amistoso do relacionamento.

A proximidade física pode fazer com que os jovens pensem estar emocionalmente próximos, quando, na verdade, não o estão. Um relacionamento romântico consiste essencialmente em cultivar uma amizade e não há amizade sem diálogo e sem compartilhar interesses. A conversa cria laços de amizade e ajuda um a descobrir o outro, a conhecer seus defeitos e qualidades. Alguns jovens se deixam levar por paixões e, depois, quando se conhecem em profundidade, se desencantam. Muitas vezes, nem sequer chegam a se conhecer porque não foram amigos, somente namorados com direitos.

3. Existe um melhor relacionamento com os pais de ambas as famílias.

Quando o homem e a mulher se respeitam mutuamente, amadurece o carinho e melhora a amizade com os pais de ambos. Geralmente, os pais de família preferem que seus filhos solteiros vivam a continência sexual e se sentem mal quando sabem que eles estão sexualmente ativos, sem estar casados. Quando um casal sabe que deve esconder suas relações sexuais, cresce a culpa e o estresse. Os jovens que vivem a pureza se relacionam mais cordialmente com os próprios pais e com os pais do (a) namorado (a).

4. As relações sexuais têm o poder de unir duas pessoas com força e podem prolongar uma relação pouco sã, baseada na atração física ou na necessidade de segurança.

Uma pessoa pode se sentir “presa” a um relacionamento do qual gostaria de sair porque – no fundo – não o deseja, mas não sabe como fazer. Uma pessoa casta pode romper com maior facilidade o vínculo afetivo que o ata ao outro, pois não houve uma intimidade tão poderosa no aspecto físico.

5. Estimula a generosidade contra o egoísmo.

As relações sexuais durante o namoro convidam ao egoísmo e à própria satisfação, inclinam o casal a sentir-se em concorrência com outras pessoas que podem chamar a atenção do (a) namorado (a). Estimulam a insegurança e o egoísmo porque o fato de começar a entrar em intimidade convida a pedir mais e mais.

6. Há menos risco de abuso físico ou verbal.

O sexo, fora do casamento, pode se associar à violência e a outras formas de abuso. Por exemplo, há duas vezes mais ocorrência de agressão física entre casais que convivem sem compromisso do que entre pessoas casadas. Há menos ciúme e menos egoísmo nos casais de namorados que vivem a pureza do que naqueles que se deixam levar pelas paixões.

7. Aumenta o repertório de modos de demonstrar afeto.

Os namorados que vivem a abstinência encontram detalhes “novos” para demonstrar afeto e contam com iniciativas e ideias para passar bem e demonstrar mutuamente seu carinho. O namoro se fortalece e eles têm mais oportunidades de se conhecer no que diz respeito à personalidade, aos costumes e à maneira de manter um relacionamento.

8. Existem mais possibilidades de triunfar no casamento.

As pesquisas têm demonstrado que os casais que já viveram juntos têm mais possibilidades de se divorciar do que os que não fizeram essa experiência.

9. Se você decidir terminar o namoro, doerá menos.

Os laços criados pela atividade sexual, por natureza, vinculam fortemente o casal. Então, se houver uma ruptura, será mais intensa a dor produzida pela separação, devido aos vínculos estabelecidos. Quando não tiverem relações íntimas e decidirem se separar, o processo será menos doloroso.

10. Você se sentirá melhor como pessoa.

Os adolescentes sexualmente ativos frequentemente perdem a autoestima e admitem viver com culpas. Quando decidem deixar de lado a intimidade física e viver castamente, sentem-se como novos e crescem como pessoas. Além disso, melhoram seu potencial intelectual, artístico e social. Com o sexo não se deve jogar. Quando alguém o pressionar dizendo: “Só te peço sexo uma vez e não insistirei mais”, uma boa resposta seria: “Isso é justamente o que me preocupa. Prefiro me conservar para alguém que vai me querer toda a minha vida”.

Por: Martha Morales
Fonte:http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=11910

terça-feira, 22 de junho de 2010

Fim do Ano Sacerdotal


Na palavra sacerdócio esconde-se a audácia de Deus que se serve de um pobre homem a fim de ser, através dele, presente para os homens e de agir a seu favor. Bento XVI na homilia da Missa que encerrou o Ano Sacerdotal
(11/6/2010) Deus cuida pessoalmente de mim, de nós, da humanidade. Os padres hão-de ser também pessoas que cuidam pessoalmente dos homens, tornando palpável esta preocupação e cuidado de Deus. - Reflexões de Bento XVI, na densa e intensa homilia da Missa de conclusão do Ano Sacerdotal, nesta solenidade do Coração de Jesus, na Praça de São Pedro. O Papa recordou que esta iniciativa se propunha ajudar a “compreender novamente a grandeza e a beleza do ministério sacerdotal”.
O sacerdócio não é simplesmente uma “função”, mas um sacramento – advertiu Bento XVI.
“Deus serve-se de um pobre homem a fim de ser, através dele, presente para os homens e de agir a seu favor. Esta audácia de Deus, que se confia ele próprio a seres humanos; que, embora conhecendo as nossas debilidades, retém homens capazes de agir e de estarem presentes em vez dele – esta audácia de Deus é a coisa verdadeiramente grande que se esconde na palavra sacerdócio”.
Com o Ano Sacerdotal – sublinhou o Papa – “ desejávamos reavivar a alegria pelo facto de Deus estar assim tão perto e gratidão pelo facto de Ele se confiar à nossa debilidade; pelo facto de Ele nos conduzir e manter dia após dia”. Era de esperar que este novo brilhar do sacerdócio não agradaria ao “inimigo”… E assim foi: precisamente neste ano de alegria para o sacramento do sacerdócio, vieram à luz os pecados de sacerdotes – sobretudo o abuso em relação aos pequenos, onde o sacerdócio como tarefa do desvelo de Deus a bem do homem se transforma no exacto contrário…
“Também nós pedimos insistentemente perdão a Deus e às pessoas envolvidas, ao mesmo tempo que queremos prometer fazer todo o possível para que tal abuso nunca mais volte a suceder”.
No final da celebração, Bento XVI saudou em diferentes línguas os padres presentes, vindos dos quatro cantos da terra. Esta a sua saudação em português:
“Queridos sacerdotes dos países de língua oficial portuguesa, dou graças a Deus pelo que sois e pelo que fazeis, recordando a todos que nada jamais substituirá o ministério dos sacerdotes na vida da Igreja. A exemplo e sob o patrocínio do Santo Cura d’Ars, perseverai na amizade de Deus e deixai que as vossas mãos e os vossos lábios continuem a ser as mãos e os lábios de Cristo, único Redentor da humanidade. Bem hajam!”
Fonte: http://www.radiovaticana.org/POR/Articolo.asp?c=400025

domingo, 20 de junho de 2010

Ser um Jovem Católico


Entende-se por católico, aquela pessoa que aderiu à religião Católica para o seguimento a Jesus Cristo. Ser católico não é só dizer que é, mas seguir com amor o que Ela – A Igreja – nos apresenta e nos propõe para um seguimento fiel a Jesus Cristo. Deve-se escutar sempre a Palavra de Deus e praticá-la, observar os mandamentos de Deus e da Igreja, servir e amar os irmãos, participar das pastorais e movimentos, celebrar os Sacramentos, especialmente a Eucaristia, Ápice da Vida da Igreja.

Ser católico não é fácil, menos ainda nos tempos modiernos. As críticas à Igreja e à Doutrina Católica são bastante, o protestantismo aumenta a cada dia, os fieis cada vez mais dispersados no mundo. Se para os mais experientes é difícil, quanto mais para um jovem, que sempre está em mudança, com sua garra e disposição, agitado, sempre em discernimento. Como ser um jovem católico ativo na Igreja?

Muitos têm uma pequena concepção que “a Igreja é pra gente velho”, mas não ver que hoje a maioria dos padres são jovens e que têm muitos jovens ativos na comunidade e são felizes por isso. A Igreja é rica em movimentos e pastorais, ou seja, em ministérios e vem investindo muito em como evangelizar a juventude. Hoje existe a PJ (pastoral da juventude), o EJC (Encontro de Jovens com Cristo), vários encontros para jovens, como, por exemplo o DNJ (Dia Nacional da Juventude), a Catequese, especialmente da Crisma, que são jovens os catequistas. A Igreja está aberta para a novas comunidades de vida e aliança e aos novos carismas.Hoje muitos jovens são participantes da Renovação Carismática Católica, que vem sendo uma grande ajuda na evangelização da juventude.

O jovem tem muitas opções para ser um católico fiel e ativo, basta ser incentivado, querer e ter responsabilidade. Ser um jovem católico nos proporciona novas conquistas, amizades, um bom relacionamento com o próximo e um grande amigo: DEUS. O jovem é bem querido na Igreja e é o futuro desta mesma Igreja. Por isso vamos aderir com amor a proposta da Igreja em seus ministérios diversos e servir a Deus na observância da Palavra, Eucaristia, Caridade e anunciar o Cristo, que é Caminho, Verdade e Vida.

Fonte: http://jovemdefe.wordpress.com/2009/04/21/como-e-ser-um-jovem-catolico/